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As áreas protegidas são instrumentos que dão um contributo vital para conservação dos recursos naturais e culturais do planeta. As suas funções vão desde a proteção dos habitats naturais e seus recursos biológicos até a manutenção do equilibro ecológico das regiões onde estão inseridas.
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Corresponde à uma proposta de delimitação das categorias administrativas e representam uma subdivisão das vilas e que atualmente, constituem a menor unidade territorial (na parte urbana) do país. Os bairros (urbanos) equiparam-se a lugares da parte rural (vilas e cidades). Na sua delimitação física, foram confrontadas: - Dados das Câmaras Municipais (relativo a delimitação de Zonas, Lugares e Bairros); - Carta Censitária do ano 2000 (Digitalizada pela DSSA (Direção de Serviço da Segurança Alimentar)); - Limites de Zonas e Lugares Trabalhada pela DGOTDU e INE no ano 2008; - Informações da População (Censo 2010); - Elementos naturais de fácil identificação no terreno (linha de água, ribeiras, cumeada, estrada etc) sempre que é possível; - Sistema de Projeção: Cônica Secante de Lambert, DATUM WGS84. Ainda foram consultadas os seguintes elementos: - Limite dos Concelhos e Freguesias (Base gráfica da Proposta de Lei da Divisão Administrativa em curso pela UCCP); - Limite das Zonas e Lugares Trabalhada pela DGOTDU e o INE no ano 2008; - Carta Topográfica; - Ortofotomapas 2010; - Código Geográfico do INE; - Outros elementos de Referencia disponíveis nas Câmaras Municipais;
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A Carta Geológica da Ilha do Fogo apresenta o mapeamento das formações e dos fenómenos geológicos ocorridos na ilha. Foi elaborada no ano de 2007, na escala 1/50 000, por F. K., Klitzsch, E., Kusserow, H., Munier, C., Levenhaggen, J. Através da carta em formato papel, fez-se o Scanner e posteriormente foi tratada em ambiente SIG.
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A Carta de Perigosidade Sísmica das ilhas de Cabo Verde, foi elaborada em 2014, no âmbito do projeto intitulado "Reforço da minimização e da gestão dos riscos em Cabo Verde (2012 - 2016)", ao qual parte integrante a análise de cartografia da perigosidade para Cabo Verde, tendo como objetivo principal a obtenção do perfil nacional de perigosidade e elaboração da cartografia de perrigosidade para os fenómenos de cheias, rápidas, secas, vulcanismo, incêndios florestais, sismos, instabiliade de vertentes, epidemias e erosão costeira, que constituem a base para o desenvolvimento dum perfil de riscos nacionais que informa e alimenta o Sistema Nacional de Informação sobre riscos. A elaboração da cartografia de perigosidade, envolveu para todos os perigos analisados, a modelação cartográfica do fenómeno de acordo com um conjunto de metodologias científicas e técnicas amplamente disseminadas. Após a obtenção dos resultados cartográficos, estes foram validados, para garantir a melhor aproximação à realidade. Abrange todas as ilhas as ilhas de Cabo Verde, com excepção da ilha de Santa Luzia e os ilheús nacionais
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A de Carta de Susceptibilidade à Secas das ilhas de Cabo Verde, foi elaborada em 2014, no âmbito do projeto intitulado "Reforço da minimização e da gestão dos riscos em Cabo Verde (2012 - 2016)", ao qual parte integrante a análise de cartografia da perigosidade para Cabo Verde, tendo como objetivo principal a obtenção do perfil nacional de perigosidade e elaboração da cartografia de perrigosidade para os fenómenos de cheias, rápidas, secas, vulcanismo, incêndios florestais, sismos, instabiliade de vertentes, epidemias e erosão costeira, que constituem a base para o desenvolvimento dum perfil de riscos nacionais que informa e alimenta o Sistema Nacional de Informação sobre riscos. A elaboração da cartografia de perigosidade, envolveu para todos os perigos analisados, a modelação cartográfica do fenómeno de acordo com um conjunto de metodologias científicas e técnicas amplamente disseminadas. Após a obtenção dos resultados cartográficos, estes foram validados, para garantir a melhor aproximação à realidade. Abrange todas as ilhas as ilhas de Cabo Verde, com excepção da ilha de Santa Luzia e os ilheús nacionais
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A Carta Geológica da Ilha de São Vicente apresenta o mapeamento das formações e dos fenômenos geológicos ocorridos na ilha. Foi elaborada no ano de 2007, na escala 1/50 000, por F. K., Klitzsch, E., Kusserow, H., Munier, C., Levenhaggen, J. Através da carta em formato papel, fez-se o Scanner e posteriormente foi tratada em ambiente SIG.
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A Carta de Perigosidade Vulcânica das ilhas de Cabo Verde, foi elaborada em 2014, no âmbito do projeto intitulado "Reforço da minimização e da gestão dos riscos em Cabo Verde (2012 - 2016)", ao qual parte integrante a análise de cartografia da perigosidade para Cabo Verde, tendo como objetivo principal a obtenção do perfil nacional de perigosidade e elaboração da cartografia de perrigosidade para os fenómenos de cheias, rápidas, secas, vulcanismo, incêndios florestais, sismos, instabiliade de vertentes, epidemias e erosão costeira, que constituem a base para o desenvolvimento dum perfil de riscos nacionais que informa e alimenta o Sistema Nacional de Informação sobre riscos. A elaboração da cartografia de perigosidade, envolveu para todos os perigos analisados, a modelação cartográfica do fenómeno de acordo com um conjunto de metodologias científicas e técnicas amplamente disseminadas. Após a obtenção dos resultados cartográficos, estes foram validados, para garantir a melhor aproximação à realidade. Abrange todas as ilhas as ilhas de Cabo Verde, com excepção da ilha de Santa Luzia e os ilheús nacionais.
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A Carta Geológica da Ilha do Sal apresenta o mapeamento das formações e dos fenómenos geológicos ocorridos na ilha. Foi elaborada no ano de 2007, na escala 1/50 000, por F. K., Klitzsch, E., Kusserow, H., Munier, C., Levenhaggen, J. Através da carta em formato papel, fez-se o Scanner e posteriormente foi tratada em ambiente SIG.
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As via de comunicação públicas rodoviárias distinguem-se em : Estradas Nacionais e Estradas Municipais Estradas Nacionais são vias de comunicação pública rodoviária, e classificam-se em: Estradas Nacionais de 1ª Classe; Estradas Nacionais de 2ª Classe e Estradas Nacionais de 3ª Classe. As estradas nacionais de 1ª classe são todas as vias de comunicação que estabeleçam a ligação entre: i. sedes de concelho; ii. sedes de concelho e portos de tráfego internacional; iii. sedes de concelho e aeroportos de tráfego internacional; iv. portos e aeroportos, quando pelo menos uma destas infraestruturas apresente tráfego internacional; v. pólos de grande interesse turístico e o aeroporto/ aeródromo e vi. entre pólos de grande interesse turístico e o porto. As estradas nacionais de 2ª classe são todas as vias de comunicação que estabeleçam a ligação entre: i. sedes de concelho e aglomerados com mais de 1.500 habitantes; ii. sedes de concelho e aeroportos/aeródromos sem tráfego internacional; iii. portos comerciais e aeródromos que não apresentam tráfego internacional; iii. os locais de grande interesse turístico e o aeroporto/aeródromo, que não sejam servidas por estradas nacionais de 1ª classe; iv. os locais de grande interesse turístico e porto. As estradas nacionais de 3ª classe são todas as vias de comunicação que estabeleçam a ligação entre: i. sedes de concelho e as principais povoações e aglomerados populacionais com mais de 500 habitantes; ii. os portos de pesca ou de recreio e outros sem tráfego comercial, que não sejam servidos por Estradas Nacionais de classe superior e entre iii. os locais estratégicos de interesse nacional, que não sejam servidos por estradas nacionais de classe superior. A classe de estrada nacional é identificada por um código de identificação: sendo EN1 para as estradas nacionais de 1ª classe, EN2 para as estradas nacionais de 2ª classe e EN3 para as estradas nacionais de 3ª classe, seguida da abreviatura do nome da ilha onde a mesma se situa, mais o respetivo número de ordem. O Instituto de Estradas de Cabo Verde é a autoridade nacional de estradas e é a entidade responsável pela conservação, exploração e planeamento do desenvolvimento da rede de Estradas Nacionais. Decreto-Lei nº26/2006 de 06 de março – atualiza a classificação administrativa e gestão das vias rodoviárias de Cabo Verde, bem como a definição dos níveis de serviços das mesmas.
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A Carta de Susceptibilidade à Movimentos de Vertentes das ilhas de Cabo Verde, foi elaborada em 2014, no âmbito do projeto intitulado "Reforço da minimização e da gestão dos riscos em Cabo Verde (2012 - 2016)", ao qual parte integrante a análise de cartografia da perigosidade para Cabo Verde, tendo como objetivo principal a obtenção do perfil nacional de perigosidade e elaboração da cartografia de perrigosidade para os fenómenos de cheias, rápidas, secas, vulcanismo, incêndios florestais, sismos, instabiliade de vertentes, epidemias e erosão costeira, que constituem a base para o desenvolvimento dum perfil de riscos nacionais que informa e alimenta o Sistema Nacional de Informação sobre riscos. A elaboração da cartografia de perigosidade, envolveu para todos os perigos analisados, a modelação cartográfica do fenómeno de acordo com um conjunto de metodologias científicas e técnicas amplamente disseminadas. Após a obtenção dos resultados cartográficos, estes foram validados, para garantir a melhor aproximação à realidade. Abrange todas as ilhas as ilhas de Cabo Verde, com excepção da ilha de Santa Luzia e os ilheús nacionais.
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